Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Surpresa!!!



Pois então... Depois de ouvir algumas reclamações de parceiros em relação ao template antigo, porque custava muito a abrir de tão carregado que era, resolvi mudar. A Juliana Freitas foi responsável direta pela criação dessa belezura aqui! Nós duas passamos a noite inteirinha acordadas, ela no Rio de Janeiro e eu em Porto Alegre, trabalhando sem parar nas mudanças. Confesso que eu tinha medo de mudar porque adorava o meu template antigo justamente porque era diferente de todos os outros blogs que eu via por aí. Mas não é que a Ju fez um exclusivo só pra mim? Tô tão feliz que sou capaz de ficar acordada o dia inteiro hoje! Já são quase 7 horas da manhã e ainda não terminamos - Coitadinha da Ju, deve estar muito cansada!

Jujuba, nem sei como te agradecer. Por enquanto, o meu muito obrigada, de coração!



Há sempre um tempo de mudanças
 
Há sempre um tempo de mudanças, de paz,
de perdão, um tempo em que nenhuma das
apreensões, das aflições de agora prevalecerão.

Há sempre um tempo de tudo bom, de vento suave, de sol quente…

As sementes desse tempo já estão germinando dentro de você.
Desde já, pela crença, boa vontade e esforço, comece a viver
esse novo tempo, buscando a calma, esquecendo as ofensas,
deixando de lado o egoísmo, mostrando sorriso, sinceridade,
apertando a mão com prazer e calando a crítica destrutiva.

O tempo de amanhã, o tempo das mudanças e da
nova situação, está começando agora.
(Lourival Lopes)


Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

O que é a poesia?



Onde o silêncio cantar
haverá sempre um poeta pensando
haverá imaginação
a romancear a razão num verso livre
sempre comprometido com a verdade.
Muitos terão que ler várias vezes
outros dirão apenas que é bonito
quem não entender
deixará estéril o ventre do tempo
e seus próprios ventos
não se tornarão em brisa
não haverá tempestade tão cedo
nem a semente da dúvida
crescerá em certezas
e o tempo terá sentido
por que o tempo só tem sentido
quando as coisas que independem do tempo
já perderam seu sentido...
(Du)



Você conhece a lenda do Curupira?
Veja hoje no Coisas Nossas!

Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Ponto final



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Ganhei esses dois selos do meu amigo Cidão e repasso para a Juliana, o Amigão, Arú, Agda, e Nana.



Esse outro eu ganhei da queridíssima Agda, e repasso para o Cidão, Éverton, Carol e Áurea.

E esse outro foi a Juliana quem fez, especialmente pra mim!



Pra quem quiser entender um pouco da história que gerou a criação deste selo, se tiver um pouquinho de paciência, pode começar lendo Uma história de amizade e amor- "Nenhuma palavra que eu escreva aqui poderá dimensionar o que eu senti quando li esse post novamente"
Depois leia meu post da semana passada e por fim, o post da Juliana. Bom, depois disso tudo o Amigão fez um texto sobre toda esta história que me emocionou muito:

"O mau não é fruto da ignorância, da escassez, da doença. É uma qualidade intrínseca da nossa humanidade, é também tocada por uma sombra de mistério. Assim como as outras qualidades humanas (o amor, a compaixão, o sacrifício) para as quais também não há explicações.
Os seres humanos são capazes de tudo; de matar, torturar ou humilhar com pleno conhecimento dos seus atos. Eles são como no poema: "senhores do seu destino" e "capitães da sua sorte".
O lado bom disso tudo é que os seres humanos são capazes também do oposto: de amar e de ser amados; de dar alento a quem precisa; e de condenar sem fugas ou desculpas. Este é o ser humano." Leia na íntegra aqui, vale a pena!

Num primeiro momento fiquei muito triste e indignada, justamente por não ter entendido nada. Não ouve briga, nem discussão, nem mal-entendido. Só houve o afastamento e a indiferença total apesar dos meus esforços em manter contato. Eu custei a perceber que o sentimento de amizade que eu sentia, vivia só em mim. Ela deve ter tido seus motivos pra agir assim... quem sabe? Bom, de coração, eu espero que eles estejam bem e felizes. De minha parte este assunto foi encerrado aqui neste post.
Acabou, ponto final.

Um ótimo dia a todos!

Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

A sua ajuda é muito importante!


Você sabia que o governo brasileiro defende as baleias em reuniões internacionais como a CBI (Comissão Internacional da Baleia)?
Desde 1999 o Brasil propõe a *criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul*, que proteje nossas baleias de qualquer ameaça. Para isso, precisamos de 3/4 dos votos dos países participantes.


Clique na imagem abaixo, entenda o problema e junte-se ao Greenpeace nesta luta, participe do nosso protesto on-line!



Faça parte dessa conquista, as baleias agradecem!


Domingo, 18 de Maio de 2008

Só depende de nós...

Se atitudes tão simples, mas tão significativas quanto essa, fossem mais comuns no nosso dia-a-dia, certamente que não virariam notícia, pois já estaríamos acostumados. Mas, enquanto isso não acontece, vejamos se conseguimos aprender um pouco mais com esses pequenos exemplos, para que nós, de nossa parte, possamos fazer algo, de modo a transformar a mundo em um lugar melhor para se viver!... Só depende de nós!...






Adriana, muito obrigada por me enviar essa mensagem por e-mail!
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Homenagem a Zélia Gattai no Coisas Nossas hoje, confiram!

Sábado, 17 de Maio de 2008

Decepção não mata, ensina a viver!



Só amigos de verdade deviam dizer "eu te amo"...



Difícil entender, praticamente impossível pra um coração retardado como o meu.
Por outro lado, entender faria com que eu me sentisse melhor em relação à tudo isso?
Eu respondo.
Não.
Eu já falei aqui no blog que eu acredito nas pessoas, até que elas próprias me provem o contrário.
Das duas uma - Um dia eu aprendo ou me transformo em pedra antes que isto aconteça.



Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

O Gaúcho


Gaúcho do Rio Grande do Sul, no desfile da Semana Farroupilha

História

Existem várias teorias conflitantes sobre a origem do termo "gaúcho". Pode ser que o vocábulo tenha derivado do quechua (idioma ameríndio andino) ou do árabe "chaucho" (um tipo de chicote para controlar manadas de animais). Além disso, abundam outras hipóteses sobre o assunto. A primeira vez que foi documentado o seu uso foi em torno de 1816, durante a independência da Argentina.

Segundo Barbosa Lessa em seu livro Rodeio dos Ventos, publicado pela Editora Mercado Aberto, 2a edição, o primeiro registro da palavra se deu em 1787, quando o matemático português Dr. José de Saldanha participava como integrante da comissão demarcadora de limites na fronteira do Brasil com o Uruguai. O registro se deu em uma nota de rodapé em seu relatório de trabalho.

O termo originou-se na língua indígena da descrição de pessoas de hábitos nômades, criminosos, brancos pobres, escravos fugidos ou índios aculturados que não possuíam terras e vendiam sua força de trabalho a criadores de gado nas regiões de ocorrência de campos naturais do vale do Rio da Prata, entre os quais o pampa, planície do vale do Rio da Prata e com pequena ocorrência no oeste do estado do Rio Grande do Sul, limitada, a oeste, pela cordilheira dos Andes.

O gentílico "gaúcho" foi aplicado aos habitantes da Província do Rio Grande do Sul na época do Império Brasileiro por motivos políticos, para menosprezá-los, sendo adotado posteriormente pelos próprios habitantes por ocasião da adoção da forma de governo republicana (1889), quando valores culturais tomaram outro significado. Também importante para adoção dessa imagem mítica para representação do Estado do Rio Grande do Sul é a influência do nativismo argentino, que no final do século XIX expressa a construção de um mito fundador da cultura da região.

Na Argentina, o poema épico Martín Fierro, de José Hernández, exemplifica a utilização do elemento gaúcho como o símbolo da tradição nacional da Argentina, em contradição com a opressão simbolizada pela europeização. Martín Fierro, o herói do poema, é um "gaúcho" recrutado a força pelo exército argentino, abandona seu posto e se torna um fugitivo caçado. Esta imagem idealizada do gaúcho livre e altivo é freqüentemente contrastada com aquela dos trabalhadores mestiços das outras regiões do Brasil.

Os gaúchos apreciam mostrar-se como grandes cavaleiros e o cavalo do gaúcho, especialmente o cavalo crioulo, "era tudo o que ele possuía neste mundo". Durante as guerras do século XIX, que ocorreram na região, atualmente conhecida como Cone Sul, as cavalarias de todos os países eram compostas quase que inteiramente por gaúchos.

Música


Gaúchos dançando uma dança típica do folclore gaúcho

Existem vários ritmos que fazem parte da cultura gaúcha, mas a maioria deles são variações de danças de salão centro-européias populares no século XIX. Esses ritmos, derivados da valsa, do xote, da polca e da mazurca, foram adaptados como vaneira, vaneirão, chamamé, milonga, rancheira, xote, polonaise e chimarrita, entre outras.

O único ritmo que realmente é gaúcho é o bugio, criado pelo gaiteiro Wenceslau da Silva Gomes, conhecido como Neneca Gomes, em 1928, na então província de São Francisco de Assis. Inspirado no ronco dos bugios, macacos que habitam as matas do Rio Grande do Sul, o ritmo foi banido de lá por ser considerado obsceno, mas foi cultivado em São Francisco de Paula, onde até hoje é realizado o festival nativista "O Ronco do Bugio".

A partir de 1970, com a criação da Califórnia da Canção Nativa em Uruguaiana, começaram a surgir festivais de música nativa, que incentivaram o surgimento de novos estilos, de músicos e compositores, naquilo que passou a ser chamado de "música nativista". A música nativista na verdade é formada por ritmos que já existiam, com destaque para a milonga e o chamamé, porém com canções mais elaboradas e com letras quase sempre dedicadas ao Rio Grande do Sul.

Vestimenta ou Indumentária


Trajes típicos da Prenda e do Peão, em desfile da Semana Farroupilha, Porto Alegre

A pilcha é a indumentária do gaúcho. O traje típico do gaúcho inclui o seu pala (ou poncho) que é um sobretudo que pode servir de cobertor para dormir, um facão ou adaga (ou facón, em castelhano), um relho (ou rebenque) e as calças largas chamadas bombachas, presas às suas cinturas por um tipo de cinto denominado guaiaca (ou tirador, em castelhano). São complementos as botas, o chapéu de barbicacho e o lenço no pescoço. Pode carregar boleadeiras (bolas ou boleadoras, em castelhano), uma soga (corda) de couro torcido ou trançado com duas pedras redondas amarradas em cada uma de suas extremidades e outra soga (corda) de couro atada no meio dela com uma pedra menor na extremidade, sendo chamada de Pedra Chica, formando uma ferramenta para caça ou captura de animais com três pedras muito utilizada no pampa gaúcho, em comparação com o lariat ou riata do cowboy , vaqueiro norte-americano.

Palavras e expressões regionalistas : - o falar gaúcho

O dialeto gaúcho , a exemplo do falar de outros locais do Brasil, possui expressões próprias em relação à língua padrão do Brasil, alguns próprios da cultura urbana do Rio Grande do Sul, e não necessariamente fazendo parte da cultura original dos camponeses denominados "gaúchos".

Veja também:

Prenda
Crioulo (cavalo)
Chimarrão
Lista de gaúchos
Lista de bandas gaúchas


Aqui você encontra cartões virtuais lindos, de Porto Alegre.

Esse post faz parte da blogagem coletiva promovida pelo blog Leio o Mundo Assim.

 
Designer: Juliana Freitas